Projeto de lei foi sancionado pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). (Foto: Bruno Peres/Agência Brasil)
Projeto de lei foi sancionado pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). (Foto: Bruno Peres/Agência Brasil)


As prefeituras das cidades paulistas vão ter autonomia para permitir, proibir ou regulamentar o serviço de mototáxi por aplicativo. É o que prevê o projeto de lei aprovado pela Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) e sancionado pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Pela lei, o serviço de transporte individual de passageiros por aplicativo só poderá ser prestado mediante autorização e regulamentação municipal, e deverá atender a requisitos específicos, que serão definidos por cada prefeitura.

Um dos requisitos prevê que o condutor tenha Carteira Nacional de Habilitação na categoria A, com indicação de atividade remunerada. Será preciso também apresentar certidão negativa de antecedentes criminais e utilizar veículo que atenda aos requisitos de idade máxima de uso, além de características exigidas pela autoridade de trânsito e pelo poder público municipal.

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O motorista também deverá estar inscrito como contribuinte individual no INSS.

Embora algumas cidades paulistas disponibilizem o serviço de mototáxi, a prefeitura da cidade de São Paulo trava batalhas jurídicas desde o início do ano contra as empresas de aplicativos.

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A gestão municipal da capital paulista argumenta a falta de segurança e o alto número de sinistros envolvendo motociclistas na cidade como pontos negativos.

Segundo o Detran paulista, do dia 1º de janeiro a 9 de junho deste ano, foram registradas 6.209 ocorrências por acidentes envolvendo motocicletas.

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