
Com a chegada do período de maior incidência de neblina nas primeiras horas do dia, a Via Raposo orienta os motoristas que trafegam pela SP-270 Raposo Tavares entre Itapetininga e Ourinhos e outras rodovias paulistas sob concessão.
Nesta condição adversa de ambiente que reduz drasticamente a visibilidade, a principal recomendação é clara: reduzir a velocidade e manter o controle do veículo dentro do campo de visão disponível. O uso do farol baixo é indispensável — o farol alto deve ser evitado, pois reflete nas partículas de água suspensas e piora ainda mais a visibilidade.
Se o veículo tiver farol de neblina, ele deve ser ligado junto com o farol baixo. Já o pisca-alerta deve ser utilizado apenas com o veículo parado ou em situação de risco iminente, para não confundir outros motoristas. Na malha administrada pela Via Raposo, alguns pontos são historicamente mais propensos à formação de neblina, especialmente em áreas de vale e próximas a cursos d’água, explica Bruno Santos, coordenador de Operações da Via Raposo. “Os trechos com maior recorrência estão localizados entre os quilômetros 231 e 234, em Paranapanema, e entre os quilômetros 193 e 208, em Angatuba, com registros frequentes de neblina no início da manhã, quando a visibilidade pode cair de forma repentina”, relata.
Em trechos de rodovia de pista simples, o cuidado deve ser redobrado. A Via Raposo orienta o motorista a aumentar a distância do veículo à frente, evitar ultrapassagens e utilizar as faixas laterais da via como referência. “Parar na pista é extremamente perigoso e deve ser evitado; caso necessário, é fundamental buscar um local seguro fora da faixa de rolamento”, acrescenta Santos. Manter os vidros desembaçados e reduzir o volume do rádio também ajudam na percepção do ambiente ao redor.
Já em pistas duplicadas, apesar de haver mais espaço para manobras, os riscos permanecem elevados. Ultrapassagens só devem ser feitas com total segurança e visibilidade do entorno imediato. “É preciso atenção com veículos parados no acostamento, evitar mudanças bruscas de faixa e redobrar o cuidado com o chamado ‘efeito comboio’, quando motoristas seguem o carro da frente sem margem adequada de reação, aumentando o risco de colisões em sequência”, alerta o coordenador de Operações.
A Via Raposo reforça que dirigir sob neblina exige prudência, paciência e atenção constante. Pequenas atitudes fazem grande diferença para preservar vidas e garantir uma viagem segura, especialmente em períodos em que as condições climáticas exigem ainda mais responsabilidade ao volante.





