A responsável legal de uma das crianças foi quem comunicou o fato às autoridades. (Foto: Reprodução)
A responsável legal de uma das crianças foi quem comunicou o fato às autoridades. (Foto: Reprodução)


A Polícia Civil registrou, na última terça-feira (24), uma ocorrência de importunação sexual envolvendo dois estudantes de aproximadamente 11 anos na Escola Cívico-Militar Maria Isabel Cruz Pimentel, em Avaré. O caso aconteceu durante o intervalo das aulas, em uma área de circulação comum da unidade.

De acordo com o boletim de ocorrência, um menino teria proferido uma frase de cunho sexual inadequado para uma menina da mesma idade, sugerindo a prática de ato sexual. A situação foi presenciada por outros alunos da mesma faixa etária. A responsável legal da criança foi quem comunicou o fato às autoridades.

A direção da escola informou que adotou medidas administrativas imediatas, incluindo a aplicação de protocolos internos de convivência e orientação às famílias envolvidas.

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Uma funcionária da unidade também auxiliou no contato com os responsáveis. A ocorrência foi encaminhada à unidade policial competente para a continuidade das investigações. A escola passou a operar no modelo cívico-militar desde o mês de janeiro.

Caso de desacato

Em fevereiro deste ano, a mesma escola já havia sido palco de um outro episódio envolvendo alunos. Dois estudantes foram conduzidos à delegacia após desacatarem uma agente educacional da unidade.

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Conforme apurado, a funcionária, que atua na escola há 17 anos, teria orientado os adolescentes a retornarem para a sala de aula após o intervalo. Em vez de atenderem à orientação, os alunos passaram a ofender a servidora com xingamentos, caracterizando desacato.

O monitor do programa cívico-militar, identificado como Tenente William, foi acionado pela agente. Ele acionou a Ronda Escolar da Polícia Militar, e todos os envolvidos foram encaminhados à delegacia, acompanhados pelas mães dos adolescentes.

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Após os depoimentos, o caso foi encaminhado ao Juízo da Infância e Juventude de Avaré, que decidirá sobre a aplicação de medidas socioeducativas cabíveis. Ambos os casos citados nesta notícia no site A Voz do Vale.